![]() |
O segredo é não correr atrás das borboletas...É cuidar do jardim para que elas venham até você. Mário Quintana ( 1906 – 1994) |
O ponto que vou analisar é a perspectiva de inclusão e as diferenças de aprendizado e para que o aprendizado nas escolas públicas e escolas particulares.
Levando em consideração as imagens do filme "Pro dia nascer feliz" fica evidente sobre a ótica crítica do saber-poder, que a escola pública não estabelece um ensino baseado nas perspectivas do mercado de trabalho, criando assim sujeitos alunos que ocupam a margem da sociedade dentro do processo de inclusão social, já a escola particular possui um ensino completamente diferenciado, exige um elevado nível de aprendizado e acompanha os sujeitos alunos na escolha de suas profissões.
Diante destas sugestões conclui que existe duas escolas comandadas por duas classes sociais diferentes, que utilizam-se da educação formal para agregar valores a alguns sujeitos alunos, e outros não.Funcionando assim como um instrumento mobilizador e perpetuador dos direitos de alta classe, e construindo seus subordinados.
Uma realidade que pode ser visualizada é através dos professores, que não possuem uma educação livre, não serve apenas aos preceitos de repassar o seu conteúdo devido, os professores pertencem a certas instituições, cada uma agindo e transformando a partir dos seus valores, portanto o professor se torna mais um instrumento, utilizado na construção das verdades, e por conseqüência das desigualdades.
O professor inconsciente ou não, escolhe aqueles que podem prosseguir e chegar um dia, a ser criadores da verdade.
Chega-se a conclusão que a educação somente existiu na época que era utilizada para transmitir valores culturais dentro de uma fechada sociedade antiga.Hoje e após o desenvolvimento industrial e o surgimento de sociedades complexas, ela serve para manter e elaborar a dominação de sociedades menos complexas, para mais complexas, justificado através da estrutura, que hoje é medida, a inteligência, que para mim é a uma medição científica( método burguês) que capacita e incapacita o sujeito, sem levar em conta a cultura.
